Jerónimo Martins vai construir no Poceirão centro logístico igual ao de Alfena

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O grupo dos hipermercados Pingo Doce já comprou o terreno no Poceirão, concelho de Palmela, e tenciona começar a construir no próximo ano. Unidade deverá criar mais de 400 postos de trabalho directos . Os plano foram revelados esta quarta-feira pelo presidente da empresa

O presidente do Conselho de Administração da Jerónimo Martins disse que o grupo deverá arrancar para o ano com um centro logístico na região do Poceirão, concelho de Palmela, muito semelhante ao de Alfena, em Valongo, inaugurado esta quarta-feira (27).

“Comprámos um terreno no Poceirão, vamos construir um [centro logístico] semelhante a este”, afirmou Pedro Soares dos Santos aos jornalistas, à margem da inauguração do novo centro logístico do grupo em Alfena, concelho de Valongo, Porto, que representou um investimento de 75 milhões de euros.

Questionado sobre quando é que este centro arranca, o gestor disse esperar “começar para o ano”.

Relativamente à nova fábrica de massas frescas que hoje o grupo anunciou para Alfena, cujo investimento não revelou, o gestor disse que “está nos projectos” e há um “compromisso com o presidente” da autarquia de Valongo.

“Temos três anos para preparar, planear”, acrescentou Pedro Soares dos Santos, sublinhando que “os licenciamentos têm um processo administrativo que tem de ser cumprido”.

O grupo que detém a cadeia de supermercados Pingo Doce tem já uma unidade de massas frescas na Azambuja.

Instado a comentar a afirmação do fundador da Jerónimo Martins Alexandre Soares dos Santos, que afirmou que o grupo vai expandir nos próximos dois a três anos para outros lugares, o presidente do grupo disse que “é muito prematuro” falar sobre uma eventual entrada em outros mercados.

“Se houver alguma plataforma para a América Latina será a Colômbia”, disse, quando questionado sobre outros mercados na região.

O centro logístico de Alfena conta com 300 fornecedores por dia e abastece 200 lojas Pingo Doce e Recheio, e tem uma área de 100 mil metros quadrados. Representa 450 empregos directos e cerca de 300 indirectos.

Lusa

One comment

  1. E quem e que arranja a estrada que nomeadamente a empresa ria tem ajudado a destruir?
    E o governo de antonio costa?

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