Captar novas empresas é gerar mais receitas e mais emprego

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Na semana passada foi assinado um Protocolo de Colaboração entre o Ministério do Mar e a Câmara Municipal do Barreiro com vista à instalação, no Lavradio, de uma Infra-estrutura de Depósito e Depuração de Bivalves, actividade de longa tradição no concelho da Moita onde funcionou uma unidade até 2006.

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Mais uma vez o imobilismo, a incapacidade e a total ausência de diplomacia económica da Câmara Municipal da Moita ficou patente, ao vermos mais uma fonte de emprego, de receitas e desenvolvimento fugir para um concelho vizinho.
Nada se vê pela Moita no sentido de atrair novos investimentos e conformam-se, encolhendo os ombros, ao ver sair empresas que são referência mundial no universo das tecnologias de ponta, como o caso da Introsys, exportadora de serviços tecnológicos de robótica, que por insuficiência de áreas que acompanhassem a sua evolução, saiu para o concelho de Palmela.
A ortodoxia do PCP que gere este concelho cega e gela perante o mundo dos negócios e das oportunidades, obrigando os seus habitantes a encontrarem emprego mais longe, gastando mais em deslocações, com prejuízo para o descanso e a participação na vida familiar e colectiva.
São estas atitudes que permitem que o concelho da Moita se mantenha como o mais pobre e envelhecido da Península de Setúbal e da Área Metropolitana de Lisboa, que as análises e os estudos da própria Câmara Municipal confirmam em documentação oficial.
Para contrariar este estado de coisas a Câmara Municipal não pode ficar à espera, terá de abrir horizontes, saber atrair e procurar novos investimentos para o Concelho, criando condições nas acessibilidades internas e dialogando sem preconceitos com o governo e com empresários, marcando presença expressiva em fóruns, feiras e eventos da especialidade “vendendo” a marca MOITA, afirmando a capacidade de trabalho dos seus habitantes e a sua localização geoestratégica face a Lisboa e ao Porto de Setúbal.

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