Municípios de Setúbal, Palmela e Sesimbra juntos em projectos de mais de nove milhões

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A Quinta de Catralvos, em Azeitão, vai servir de palco, nesta quinta-feira, a partir das 10h00, à apresentação de um conjunto de projectos intermunicipais de Setúbal, Palmela e Sesimbra, que, no total, ultrapassam os nove milhões de euros. Este conjunto de projectos, co-financiado em 50 por cento pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), abrange áreas como a mobilidade urbana, a inclusão social e o desenvolvimento turístico.

A apresentação contará com a presença dos três presidentes de câmara, Maria das Dores Meira (Setúbal), Álvaro Amaro (Palmela) e Augusto Pólvora (Sesimbra).

“Um dos projetos é a CICLOP 7 – Rede Ciclável da Península de Setúbal, que se destina à criação de um circuito de ciclovias, assim como de troços pedonais, de ligação entre os territórios dos três municípios parceiros, com o objectivo de conectar os rios Sado e Tejo”, revela a autarquia sadina, sublinhando que no toca a mobilidade “os três concelhos apresentam a Hub10 – Plataforma Humanizada de Conexão Territorial, de melhoria da EN 10, com vista a promover a Península de Setúbal como área privilegiada de expansão da região metropolitana de Lisboa”.

Em cima da mesa estará também o Prarrábida – Plano de Acção para a conservação, valorização e promoção do património histórico, cultural e natural da Arrábida –, que incide no sector do turismo sustentável. Além dos três municípios parceiros, o plano conta com o envolvimento do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) e da Associação de Municípios da Região de Setúbal (AMRS).

“O Prarrábida, alinhado com a Estratégia de Desenvolvimento Turístico da Centralidade Arrábida, pretende sustentar a atractividade turística do território com base na salvaguarda e valorização do património, tendo em conta a ecologia do espaço e a melhoria da qualidade de vida”, explica o município setubalense.

PRIA – Percursos em Rede na Inclusão Activa – é o nome de outro projecto que os três municípios têm em desenvolvimento. “Trata-se de uma resposta dos municípios às necessidades registadas em cada um dos territórios para a promoção de uma sociedade mais inclusiva e justa, com especial atenção para as populações mais vulneráveis”, indica a autarquia sadina, concluindo que a política de inclusão activa “visa a capacitação de pessoas e a criação de oportunidades nos sistemas públicos, em instituições sociais e nos parceiros locais, através da inovação na forma de planear, organizar e trabalhar”.

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