PS Moita acusa presidente da autarquia de “desconhecimento e fragilidades”

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O PS da Moita acusou o presidente da Câmara da Moita, Rui Garcia (CDU), e o seu executivo de “desconhecimento e fragilidades”, deixando criticas à situação em que o concelho se encontra.

“Na Assembleia Municipal, nos Actos da Câmara, foram denunciadas pelo PS algumas situações, onde se destaca uma questão sobre a segurança de peões na artéria do principal do Vale da Amoreira, a AV. José Almada Negreiros, causada por não se efectuar, a partir de determinado local, a limpeza das bermas e o devido corte de ervas cuja altura escondem os transeuntes e os automóveis”, refere o PS Moita em comunicado.

Os socialistas referem que obtiveram como resposta por parte do Presidente da Câmara da Moita que “o mesmo não era executado por a zona se tratar de um buraco negro”.

“Verificado o PDM constata-se que o local em causa se destina a habitação, está abrangido pelo art.º 28 do regulamento do PDM, o tipo de solo é urbano, a classe de espaço é solo urbanizado. Inclusive no documento Grandes Opções do Plano e Orçamento para 2017, os terrenos em causa estavam assinalados na proposta base de alienação de terrenos e frações municipais, avaliados em 11.662.500,00€ (Zona NP 7.796.500,00€, Zona O 3.866.00,00€)”, salientam os socialistas.

“Apesar das propagandeadas visitas às freguesias, o manifesto desconhecimento por parte de quem gere o território, revela as enormes fragilidades/incompetência deste executivo PCP/CDU, não sendo por isso de estranhar este estado de abandono em que o mesmo se encontra”, acrescenta.

O PS Moita anunciou ainda que votou contra o Relatório e Contas de 2016 e que entregou um requerimento na Assembleia Municipal sobre “a demora na resposta ao requerimento do PS de Setembro de 2016 referente à Sondagem que a Câmara mandou executar e sobretudo ao facto de na resposta só agora recebida, não constarem as perguntas que foram feitas aos munícipes”.

O PS apresentou ainda uma Saudação ao 25 de Abril e outra ao 1º de Maio, a primeira aprovada por unanimidade e a segunda por maioria, com a abstenção do PCP/CDU.

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