LEA VICENTE: Uma Miss Top Model

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Foi uma das galardoadas no concurso Miss Capital da Flor, realizado no Montijo. Recentemente, foi capa na revista do jornal Record

Está desde tenra idade ligada ao mundo da moda e foi uma das galardoadas no concurso Miss Capital da Flor 2017, no Montijo. Lea Vicente, 19 anos, nasceu na Maternidade Alfredo da Costa em Lisboa, mudou-se para Alenquer depois de ter vivido quase sempre em Loures, e foi eleita Miss Top Model na gala final que decorreu no Cinema Teatro Joaquim d’ Almeida.

Já mereceu honras de promoção em publicações nacionais e soma já algumas conquistas em eventos de beleza. “Tinha 8 anos quando comecei os desfiles para marcas de roupa de criança, depois fotografia para alguns catálogos de roupa e em 2014 decidi inscrever-me para concorrer a Miss Portugal, onde obtive uma faixa dourada de Miss Talento Portugal 2014”, lembra Lea Vicente, que estudou hotelaria no Agrupamento de Escolas 4 de Outubro em Loures e que, actualmente, é técnica de extensão de pestanas.

No ano seguinte voltou a destacar-se: “Concorri a Miss Model and Talent World e fiquei no top 10. Ainda em 2015, concorri também a Miss European e fiquei com o título de Miss Pure Beauty. Pelo caminho, também fotografei para a revista Vidas e recentemente fui capa da revista do jornal Record.”

Este ano também começou da melhor forma, juntando ao apreciável trajecto que já leva no mundo da moda mais um título, o de Miss Top Model, no concurso Capital da Flor no Montijo. Um evento que merece rasgados elogios da jovem. “A experiência no Miss Capital da Flor foi interessante, foi um concurso completo, com uma organização fantástica, com concorrentes muito boas e com grande potencial”, rematou.

FOTOS: Carlos Caneira e Eduardo Martins

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Pegadas na areia”, equitação e “leoa” de coração

O desporto e a equitação são dois dos principais hobbies de Lea Vicente. “Ocupo os meus tempos livres a treinar no ginásio ou a andar a cavalo”, revela. “Pegadas na areia”, da autora Margaret Fishbeck Powers, é o seu livro preferido. “[Uma obra] que me ensinou muito”, confessa a jovem que é adepta do Sporting. “A minha simpatia clubística é o verde, independentemente do desgosto que ele me dá de não ganhar”, conclui.

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