Mourisca respira melhor com novo parque verde

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Investimento da Junta de Freguesia do Sado rondou os 110 mil euros. Inauguração decorreu no domingo

Representa um investimento de cerca de 110 mil euros e veio contribuir para que a Mourisca passe a respirar melhor e, ao mesmo tempo, se apresente como zona mais apelativa e vocacionada para o lazer. O Parque Verde da Mourisca, localizado na zona de Brejos de Canes, foi inaugurado no último domingo, 19, pela manhã, numa cerimónia que contou com a presença da presidente da Câmara Municipal de Setúbal, Maria das Dores Meira.

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O novo espaço verde e de lazer resulta de um investimento da Junta de Freguesia do Sado, que contou com o apoio da Câmara Municipal na concepção do projecto, e veio permitir dar “uma nova dignidade” a um local que ficou por qualificar junto de uma urbanização, uma vez que o promotor da obra não concluiu as infra-estruturas, entre elas as zonas verdes, explicou Manuel Véstias, presidente da Junta do Sado.

A Junta, adiantou o autarca, “assumiu o compromisso de requalificar aquele espaço público” e avançou com a obra, por administração directa, que ficou concluída em cerca de um ano.

O Parque Verde da Mourisca é uma zona de lazer, com percursos pedonais, aparelhos de ginástica, bancos e mesas, que proporciona um espaço de convívio e de diversão para as crianças. Além disso, “permite à população que costuma fazer caminhadas na Estrada de Santo Ovídeo fazê-lo em maior segurança, fora da berma, pelo interior do parque” e “realizar exercícios físicos nos aparelhos ali instalados”, acrescentou.

Dores Meira realça capacidade das juntas do concelho

Maria das Dores Meira realçou o “esforço financeiro e organizativo” que a obra implicou, numa “demonstração das capacidades que as juntas de freguesia do concelho já têm na concepção e execução de obras nos seus territórios”.

A presidente da Câmara salientou ainda que esta realidade é possível “graças à aposta que o município tem realizado com grande intensidade na descentralização de competências” para as freguesias, com os respectivos meios financeiros, mas também fruto do “esforço, criatividade e força” dos autarcas na resolução dos problemas. “É preciso conhecer bem as necessidades, andar nas ruas, falar com as pessoas, ouvi-las, por vezes, a zangarem-se connosco porque não resolvemos este ou aquele problema”, admitiu a edil, a concluir.

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