Autoridade Marítima diz que derrame no Porto de Sines foi controlado e normalidade reposta

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Está reposta a normalidade no Porto de Sines que sofreu um derrame de resíduos oleosos que atingiu as águas, na última sexta-feira, 17, anunciou ontem a Autoridade Marítima Nacional, em comunicado na sua página oficial na Internet

“As operações de limpeza continuaram durante a noite, onde se incluiu o costado do navio na zona afectada. A área atingida foi confinada, mantendo-se algumas barreiras absorventes no local por precaução. Estas operações de contenção, limpeza e remoção do poluente, tiveram o acompanhamento de uma equipa da Capitania do Porto de Sines e da Polícia Marítima, tendo sido reposta a normalidade no local”, pode ler-se no comunicado.

“O Comando-local da Polícia Marítima de Sines recebeu no dia 17 de Fevereiro, cerca das 13h30, a comunicação da ocorrência de um pequeno derrame de “slops – resíduos oleosos”, no cais do terminal XXI do Porto de Sines (cais dos contentores), durante as operações de descarga desse produto de um navio porta contentores para um camião-cisterna que se encontrava no cais”, indica a Autoridade Marítima, acrescentando que, no local, foi confirmada “a existência de um derrame junto ao camião-cisterna, por transbordo dos resíduos da cisterna para o pavimento, tendo algum desse produto escorrido para a água”.

As operações de contenção e limpeza por parte da Autoridade Portuária (Administração dos Portos de Sines e do Algarve – APS), entidade responsável pelas operações dentro do porto, foram então iniciadas e ontem, 19, a Autoridade Marítima Nacional revelou que foi reposta a normalidade no local.

“O Serviço de Combate à Poluição do Mar (SCPM) prestou de imediato assessoria técnica e a Policia Marítima realizou as medidas cautelares de polícia previstas para estas situações, procedendo à identificação dos envolvidos e recolha de amostras para efeitos de inquérito”, adianta ainda aquela entidade no mesmo comunicado.

O SCPM, recorde-se, é o órgão de direcção técnica da Autoridade Marítima, responsável por estabelecer e divulgar a regulamentação orientadora do combate à poluição do mar e, ainda, por gerir todos os recursos humanos e materiais neste domínio, garantindo, respectivamente, o seu treino e operacionalidade.

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