Vitória azarado empata com o Chaves no Bonfim

Desporto

O Vitória não foi hoje, dia 11, além de um empate (0-0) na recepção ao Desportivo de Chaves em partida da 21.ª jornada da I Liga portuguesa de Futebol. Com este desfecho, os dois clubes seguem lado a lado na classificação com os mesmos 29 pontos.

Apesar de os sadinosterem disposto das melhores oportunidades para desfazer o nulo, através de dois remates ao ferro da baliza defendida por António Filipe, os transmontanos causaram aflição nos últimos 20 minutos do encontro, muito por responsabilidade dos recém entrados Davidson e Willliam.

Vindos de quatro êxitos consecutivos em casa, os vitorianos entraram mais pressionantes e decididos no jogo, tendo conseguido criar a primeira ocasião de golo aos sete minutos, num remate de João Carvalho, médio cedido pelo Benfica aos sadinos em Janeiro, que passou ao lado do poste direito da baliza defendida por António Filipe.

O melhor lance para desfazer o nulo no primeiro tempo aconteceu aos 15 minutos para os anfitriões, momento em que Nuno Santos, após cruzamento de Arnold na direita, fez um “chapéu” que acertou na trave da baliza dos transmontanos.

Só já perto da meia-hora de jogo, o Chaves conseguiu refrear o balanceamento ofensivo da equipa de José Couceiro. Apesar do equilíbrio registado nos últimos 15 minutos da primeira parte, os flavienses, à exceção de um canto direto de Bressan, aos 34, não conseguiram criar perigo junto da baliza de Bruno Varela antes do intervalo.

No segundo tempo, os vitorianos voltaram a entrar melhor, ameaçando a baliza dos flavienses em três ocasiões. Edinho (57 e 62 minutos) e João Carvalho, que rematou à trave aos 59, estiveram perto de inaugurar o marcador.

O Chaves só conseguiu equilibrar as operações depois de Ricardo Soares lançar Davidson e William, aos 63 minutos. A partir daí, os forasteiros aproximaram-se da baliza de Bruno Varela com muito perigo.

Aos sadinos, além de um par de boas intervenções do guarda-redes, valeu a falta de pontaria de Rafael Lopes (73), Davidson (76) e Perdigão (90+1), mantendo-se o nulo até ao apito final de Fábio Veríssimo.

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