O XX Congresso do PCP

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Realizou-se durante estes dias 2, 3 e 4 deste mês, o evento da maior liberdade de expressão no órgão máximo, do mais antigo partido político português.
Partido este, o Partido Comunista Português, que é o meu partido e creio de todos aqueles que o queiram como sendo o seu.
Homens e mulheres deram de si, discutindo, tratando e traçando o caminho daquilo que julgam ser o melhor para o país, para os portugueses e para o mundo.
No entanto ainda muito antes já havia começado este processo, com as milhares de participações daqueles que em consciência quiseram contribuir para a construção do projecto político do PCP.
Assim sinto-me convicto que daqui em diante, sairemos mais reforçados e com mais vontade da que já tínhamos, para continuar a dar o corpo ao manifesto, estando onde seja possível estar, actuando onde seja necessário actuar e influenciando onde seja obrigatório influenciar.
Retenho de tudo aquilo que fui ouvindo e lendo, que foi o PCP que teve o papel de maior destaque e fundamental, no actual quadro político nacional.
Um camarada afirmava no 1º dia que jamais nos poderemos esquecer da noite de 4 de Outubro de 2015.
Foi a prova provada de que vale sempre a pena lutar.
Outro camarada no sábado de manhã, precisava e e reforçava a afirmação do outro camarada do dia anterior, transmitindo que o PCP tem um programa próprio, apoia o PS no quadro parlamentar sempre que se encontram convergências, mas não pôs a sua identidade à venda.
é disto que se trata e não de outra coisa qualquer.
Tantas foram as intervenções quantas as necessárias, para traçar o rumo certo, de forma a fazerem-se espelhar em todas as frentes em que seja necessário promover o bem máximo comum.
E os aplausos foram correspondendo inegavelmente a esse sentimento colectivo.
Sobre aplausos não podia deixar de escrever, aqueles aquando da invocação dos nomes de Álvaro Cunhal e de Fidel Castro.

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Não me esquecerei também dos aplausos às intervenções das delegações estrangeiras, em que estas para além do relato das suas acções nos seus países, agradeciam a solidariedade do
PCP e mostravam a sua admiração e estima pelos comunistas portugueses.
É gratificante ouvir tais palavras do género, de que não viramos a cara à luta e servimos de exemplo também para tantos outros cidadãos do mundo.
A propósito do exemplo e por exemplo, já no domingo, um outro camarada ainda, dizia e paço a citar “Aqueles que pensam que estamos condenados ao fracasso e à perda de influência,  podem tirar o cavalinho da chuva que não nos conseguirão derrubar”, fim de citação.
Uma vez eleitos os órgãos do partido para os próximos 4 anos e a recondução do secretário-
geral, mais um passo demos no sentido de tentar extinguir o mito na cabeça daqueles que julgam essas coisas terríveis a nosso respeito.

Termino escrevendo, que o PCP está de boa saúde, recomenda-se e avante que se faz tarde.

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